sábado, 7 de novembro de 2009

Gestar na prática...

Esta semana visitei algumas escolas...

Atividade produzida pelos alunos da E. M. Izaltina Mendonça Meireles – 6º ano –Profª. Silvana Fernandes - dia 06/11/2009.
O objetivo era usar o baralho de linguagem,confeccionado na nossa oficina dia 06/10 e acrescentar sugestões do AAA6 para que os alunos construíssem um texto coletivo, usando as imagens que foram distribuídas aleatoriamente entre eles. O texto abaixo foi o resultado deste trabalho e ficou muito bom...
História Maluca
Numa cidade distante, havia um zoológico que tinha fósseis de dinossauros e muitos animais selvagens como leões e seus filhotes, girafas, rinocerontes, cobras, onças jacarés,macacos e muito mais...
No restaurante do zoológico tinha uma televisão que mostrava as espécies dos animais e seus habitat. Nessa mesma cidade havia um circo, com animais artistas como o elefante trapezista, o gato siamês que andava na corda bamba, e também o homem mágico que se enrolava na corda , depois se soltava , tinha uma linda bailarina que se chamava Luana. Essa bailarina cresceu, tornou-se uma linda mulher, namorou e casou-se com um famoso jogador de futebol, que também praticava judô. Ele ganhou de presente de casamento do seu empresário, um lindo apartamento em Copacabana, com uma linda vista para o mar. Eles seguiram viagem em lua-de-mel num luxuoso iate para Paris. Quando voltaram trouxeram muitas fotografias de lembranças, perfumes franceses, relógios luxuosos para presentear seus amigos. Depois de algum tempo, Luana e Fábio resolveram ter filhos.
Para surpresa deles, Luana engravidou-se de trigêmeos. Passaram-se os meses, Luana foi para a maternidade para ter seus filhos. Nasceram dois meninos e uma menina muito saudáveis. Fábio ficou tão feliz que a presenteou com um lindo buquê de flores.
E a partir deste dia os seus filhos cresceram e formaram uma grande família.

Oficina 2 - TP1 - 03/11/2009

Textos produzidos pelos cursistas durante a oficina do dia 03/11/2009 – TP1 unidade 3 e 4
Objetivos: Conceituar textos e Identificar os vários tipos de intertextualidade.

Propostas de atividades

Usando o mesmo recurso do livro “O Carteiro Chegou” de Janet e Allan Ahlberg, escreva uma história infantil fazendo a alusão de outras histórias.


Sempre amigos...
Era uma vez uma floresta muito distante e horripilante....
Um lobo muito malvado aterrorizava uma pobre menina e os três porquinhos que ali moravam. Certa manhã, Chapeuzinho Vermelho saiu para colher maçãs e levá-las para uma grande amiga, Branca de Neve. No caminho ela encontrou os três porquinhos correndo e gritando muito assustados e perguntou:
 Por que vocês estão assim?
 Porque estamos fugindo do lobo mau, que mais uma vez destruiu as nossas casas e parece muito faminto. Tome cuidado!
Chapeuzinho seguiu seu caminho apreensiva e cautelosamente, quando se deparou com o lobo atrás de uma árvore a espionando.
 O que faz aí? Pensa que não o vi? Não tenho medo de você!Porque estava assustando os meus amigos? - Indagou Chapeuzinho Vermelho.
 Mas que blasfêmia! Aqueles três porquinhos são muito medrosos. Só queria cumprimentá-los. - Disse o lobo dissimulado.
O lobo então se ofereceu para acompanhá-la até a casa de Branca de Neve, já que a floresta oferecia perigos. Chapeuzinho aceitou e os dois caminharam juntos, amigavelmente.
Chegando lá, o lobo mau mostrou sua verdadeira intenção. Ele prendeu as duas dentro de casa deixando-as sem saída. Mas ele não contava com os fiéis guardiães de Branca de neve, que o colocou para fora imediatamente.
Branca de Neve e Chapeuzinho sorriram aliviadas e agradeceram aos sete anões, vivendo todos felizes para sempre. ( Flaviane, Íris e Silvana)

Três vidas, duas histórias...
Era uma vez três personagens muito distintos: um menino, uma mulher, um gigante.
O menino, muito brincalhão, fazia seus brinquedos com a palha de milho, para “andar” rápido e sobrar muito tempo para brincar. Tinha o apelido de palhaço.
A mulher, muito esforçada, vivia pegando lenha na floresta para fazer os reparos de sua casa; colocar no fogão e preparar a comida; consertar a cerca do curral da única vaca que a família possuía. Tinha o apelido de palito, por viver apanhando paus e por ser muito magra.
O gigante, muito pesado, precisava de muitas pedras para reforçar os caminhos por onde passava. Esse gigante possuía uma galinha “especial” que botava ovos especiais, pelos quais recebia um bom dinheiro pela venda.
Um dia o menino estava brincando na floresta quando viu, atrás de uma árvore, sua mãe chorando por causa das dificuldades que enfrentava. Ele resolveu vender a vaca para solucionar os problemas financeiros. Amarrou a “coitadinha” pelo pescoço e saiu andando, mas sua mãe foi atrás...
Na feira, não conseguindo um bom dinheiro pela vaca, trocou-a por um punhadinho de feijões mágicos e sua mãe continuou correndo atrás dele. Entrou em casa, fechou a porta e sua mãe ficou gritando lá fora: “ Abra essa porta senão vou derrubá-la.”
Para que sua mãe não visse a troca que ele fez, jogou os feijões no fundo do quintal, enquanto sua mãe derrubava a porta.
Interrogado sobre o que ele fez, respondeu que recebia pela venda da vaca na semana seguinte. Sem outra opção, sua mãe acabou aceitando a situação e foi dormir. Naquela noite choveu bastante e o feijão brotou rápido e em qualidade gigantesca.
No outro dia, João, o menino palhaço subiu pelo pé de feijão e sabe onde ele chegou? ...Na casa do gigante. Esse dormia tranquilo, então o menino foi até o galinheiro e pegou a “tal” galinha. Desceu correndo pelo pé de feijão, mas o gigante foi atrás...
João, muito esperto, chegou ao chão primeiro e cortou o pé de feijão pela raiz. O gigante caiu, se esborrachou dentro de uma lagoa, foi atacado por um cardume e saiu correndo desesperado pela floresta, perdendo de vista a casa do menino.
Contente com tudo que aconteceu, o menino foi mostrar a sua mãe, a galinha que conseguira, momento em que caiu no chão um ovo de ouro e eles ficaram ricos para sempre... (Valéria, Neliene, Ângela)


Escolher uma fábula e reescrevê-la em forma de paródia fazendo uma alusão a um tema da atualidade.

A vingança dos três porquinhos
Era uma vez três porquinhos. Palhaço, Palito e Pedrito. Eles viviam na floresta e cada um tinha sua própria casa, porém eram sempre perseguidos pelo lobo mau.
Certo dia os três porquinhos ficaram gripados. O vírus dessa gripe desenvolveu em seus organismos se transformando em uma nova gripe: A gripe suína. Sabendo da fácil contaminação dessa gripe, tiveram a idéia de procurar o lobo mau para contaminá-lo.
Chegando na casa do lobo mau, eles gritaram:
_ lobo mau saia de sua casa se você for mau mesmo. E o lobo disse:
_Não vou sair, vocês estão contaminados com a gripe suína.
Então os três porquinhos começaram a espirrar. Atchim! Os espirros foram tão fortes que derrubaram a casa do lobo e ele contraiu a gripe caindo de cama.
(Teresa, Adenísia, Marcos)

O caso da lebre
Era uma vez uma lebre muito veloz, que sempre vencia todas as corridas, circuitos e campeonatos dos quais participava.
Contudo, muito traumatizada por perder o último “ouro”para a tartaruga, fenômeno que ficou mundialmente conhecido, a lebre decidiu optar por uma manobra mais arriscada. Tomou anabolizantes e venceu todas as etapas.
A pobre lebre, entretanto, mais uma vez pecou pela imprudência. Devido ao “bafafá” que movimentou o mundo dos esportes, iniciado por uma tal “dos santos”, fez que a lebre fosse mais uma vez derrotada.
Surpreendida pelo exame de dopping, a lebre teve sua carreira arruinada, seu nome envolvido em escândalos e jornais de todo o país e o ouro mais uma vez... ficou para a tartaruga!
Moral: Nenhum complexo é bem-vindo: nem de superioridade nem de inferioridade. (Nathanaela, Luciana, Nilza)


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Sétimo encontro - etapa2 - 03/11/2009

Iniciamos nosso encontro com os relatos de atividades desenvolvidas com os alunos. Os professores terminaram os trabalhos das unidades 23 e 24 TP6 e iniciaram a Lição de casa 1 da TP1, que era escolher um avançando na prática das unidades 1 ou 2 para ser trabalhada em sala, nesta semana tivemos dois feriados e não foi possível terminar a aula. Então todos entregarão o relatório final na próxima semana. As atividades escolhidas foram das páginas 17, 23 e 65 em que prioriza a leitura de textos diversificados, observando as variantes linguísticas em dialetos diversos. Na atividade da página 65 sugeri uma sequência da aula com o texto “Felicidade” de Roseana Murray. No segundo momento, estudamos as unidades 3 e 4 da TP1, onde evidencia o texto como centro das experiências no ensino da língua e como acontece o diálogo entre textos “a intertextualidade”. Enfatizamos a importância do uso de textos no processo ensino-aprendizagem, porque é por meio deles que pensamos e interagimos e um detalhe importante é destacar o objetivo da leitura para que o aluno tenha clareza do que ele precisa saber. Vimos vídeos e lemos alguns textos em que ressaltam as várias ocorrências de intertextualidade, comentamos, tiramos dúvidas e depois de discutirmos sobre esse assunto as cursistas dividiram-se em grupos e realizaram a atividade da oficina que é a construção de textos usando processos intertextuais diferentes. Relatarei nas atividades das oficinas. Esta semana visitarei algumas escolas e participarei das aulas junto com os professores, durante a oficina do dia 06/10, confeccionamos material para servir de apoio em sala de aula e algumas sugestões serão trabalhadas nessas visitas.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Alunos da Escola Municipal Conceição Maria Moreira

Alunos da Professora Ângela -6º ano- desenvolvendo atividade do AAA4 -aula 2- unidade 13 em que o objetivo é refletir sobre os usos e as funções da escrita nas práticas do cotidiano.




sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Oficina 1 - TP1 - 27/10/2009

Textos produzidos pelos grupos de cursistas durante a oficina dia 27/10/2009. A proposta era a construção de um texto argumentativo abordando as questões apresentadas nos vídeos e textos sobre variações linguísticas.

Texto 1
A língua falada tem suas variações linguísticas e todas precisam ser respeitadas. Os dialetos regionais se encaixam bem na língua popular falada, porém pensamos ser complicado trabalhar na escrita tipos de textos tão populares, que enfatizam esse modo de comunicar, porque de modo geral os alunos escrevem da maneira como falam e se nós, professores de língua portuguesa, não priorizarmos a linguagem culta, ela tenderá a desaparecer. Assim, quando mostramos aos alunos esses textos, acreditamos que eles não têm maturidade para perceberem seu uso adequado em algumas situações e inadequadas em outras, acharão adequadas em qualquer situação. Como alunos, eles se dedicam pouco ao estudo, então priorizamos a linguagem culta para que possam apreender pelo menos um pouco dela; não uma forma gramatical, mas uma forma padrão contextualizada.

Texto 2
O ensino de Língua Portuguesa tem por objetivo o desenvolvimento da competência comunicativa, sendo função do professor avaliar o desempenho da expressão oral e escrita dos discentes. Assim, a escola tem o papel de ensinar a língua padrão, mas também mostrar que a língua portuguesa não é apenas o que está nas gramáticas normativas. É importante que fique claro para o aluno, que a norma culta é uma maneira de ascensão. Em seu ambiente familiar, é importante que conserve sua maneira de falar, mas na sociedade, incluindo a escola, o trabalho, as leis, os livros ele deverá utilizar, de maneira eficiente, a norma adequada ao contexto para poder sociabilizar-se, compreender, ser compreendido, enfim, interagir.
Contudo, o aluno deve ser incentivado a utilizar a língua portuguesa na escrita, na fala e na leitura, dentro e fora da sala de aula, para que ele desenvolva com competência suas habilidades comunicativas.

Texto3
Atualmente as concepções do ensino de língua portuguesa englobam os seus aspectos cognitivos, sua dimensão social, o contexto histórico cultural, as situações de interlocução e os seus interlocutores. A nossa formação linguística, permite-nos compreender que a língua se constrói pelo fenômeno social da interação verbal.
Justamente por isso, nós professores de línguas, temos hoje a precoce certeza da importância de se trabalhar no contexto escolar com a maior gama de dialetos e registros linguísticos possíveis, para que o aluno aprenda a compreender o fenômeno da linguagem sabendo aplicá-la conforme os seus interesses nos diversos guetos sociais.
Um dos principais objetivos a ser alcançado com o trabalho das variedades linguísticas é o respeito aos dialetos através da compreensão das questões de identidade e da carga cultural que eles traduzem sobre seus grupos.
Ocorre que, embora saibamos não haver hierarquia entre as normas linguísticas e que cada variedade deve ser trabalhada e tratada com a devida reverência, a prática pedagógica e social exige que o professor priorize o trabalho da variedade do português padrão/culto.
Tal prioridade acontece por motivos diversos, primeiramente por ser a variedade mais distante da realidade dos nossos alunos que muitas vezes encaram o português padrão como outro idioma, surpreendem-se com certos verbos e empregos. É a norma linguística das classes favorecidas, e para aquelas em que o conhecimento é ainda uma moeda de troca acreditada, faz-se mister o domínio da norma padrão para concursos públicos, entrevistas para emprego em empresas privadas, respeito social, já que o domínio desta variedade é sinônimo de prestígio.
As matrizes curriculares orientam-nos a realizar um ensino direcionado à função social da língua. Quando constatamos que a carência do aluno reside justamente na modalidade padrão, trabalhamos tal modalidade não intencionando mudar os hábitos linguísticos dos alunos e sim para torná-los conscientes de que essa modalidade representa requisito básico para que a pessoa ingresse no mundo letrado e consiga construir seu processo de cidadania integrando à sociedade de maneira ativa.

Relatos de atividades - lição de casa 2 -TP6 unidades 23 e 24

A professora Adenísia trabalhou com os alunos do 9º ano da Escola integrada São Domingos Sávio e a professora Teresa com alunos do 8º e 9ºano da Escola Dona Cotinha, as Aulas 1 e 2 – atividade 22 - AAA6 – Em que o objetivo é trabalhar o planejamento e produção de um texto poético. Os meninos adoraram ter a oportunidade de levar fotos de pessoas queridas e poder falar delas. Exemplo de um texto escrito pela aluna Dienifer da Escola Integrada S. Domingos Sávio:


Velhinha de cabelos brancos, passos pequenos, voz mansa, essa a Dona Maria do Carmo Levi , uma pessoa boa de bom coração. Já vivi momentos maravilhosos ao lado dela, como quando fomos para o zoológico, foi muito bom! Todos os dias pra mim são momentos de alegria porque sei que ainda a tenho comigo, isso sim que é satisfação para todos na vida. Com ela aprendi que o segredo para uma vida mais longa é sempre ser paciente e nunca perder a fé em Jesus Cristo, nosso salvador.
Aos 98 anos ainda está forte e é uma lição de vida para muitos que acham que a vida está difícil e que não tem mais solução. Isso é um pouco da minha história e da minha avó.


As professoras Adenísia, Nathanaela, Ângela e Íris desenvolveram o avançando na prática da pág. 141, ressaltaram o interesse dos alunos em falar e escrever de um assunto que é comum no cotidiano deles, “a gíria”. Houve comentários relacionados ao uso das gírias antigas e atuais e a importância de saber usar a linguagem adequada nos diferentes ambientes sociais.




A professora Ana kelly desenvolveu a proposta da pág. 152 e 190. Para dar início, ela usou como suporte uma atividade do AAA6 página 112, onde eles reconheceriam suas preferências de leitura e a partir daí o trabalho continuou e está sendo muito positivo, ela ainda não terminou, pois o que propôs foi uma leitura coletiva de um mesmo livro, em sala, cada dia um capítulo novo. Os alunos estão adorando.

Sexto encontro - etapa 2 - 27/10/2009

Aproveitei o tempo que não ocorreram os encontros presenciais para reunir com a Coordenadora pedagógica dos anos finais do ensino fundamental, Maria da Piedade de Abreu, e estudarmos os resultados das avaliações diagnósticas que foram aplicadas nas escolas municipais. Fizemos uma análise do aproveitamento, das principais dúvidas e dificuldades encontradas pelos alunos e a partir dessas observações reuniremos com os professores cursistas do gestar para discutirmos juntos, as possíveis intervenções que podem ser feitas na prática docente para aprimorar o processo ensino-aprendizagem.
Nesta semana estiveram presentes no encontro, 7 cursistas no turno vespertino e 3 no noturno, infelizmente nem todos puderam comparecer, uns justificaram com problemas de saúde, outros problemas pessoais, mas isso não atrapalhou nosso estudo. No primeiro momento, ouvimos o relato dos cursistas de como se desenvolveram as atividades dos avançando na prática TP6 – unidade 23 e 24 - escolhidas por eles e aplicadas em sala de aula. Alguns professores ainda não tinham concluído a tarefa, mas todos perceberam o interesse dos alunos com a atividade da pág. 141, em que se trabalha com um texto do gênero entrevista – Gíria outros modos de palavras - como faz parte do dia-a-dia deles, a maioria participou, falou das principais gírias usadas entre eles e assim o momento da produção foi mais prazeroso, pois falaram do que é comum entre os jovens. As propostas das páginas 152, 190 e 201 também foram desenvolvidas junto com algumas atividades do AAA6, relatarei nos relatos de atividades. Na sequência, iniciamos o estudo da TP1 – Linguagem e cultura – unidade 1 e 2, onde discutimos variantes linguísticas, dialetos, registros, equívocos. Além das discussões propostas nas unidades, lemos os textos “O vôo da Asa Branca; uma reflexão sobre a linguística e o ensino de língua portuguesa de Dioney Moreira Gomes, a Carta do Alfredão, fax do Nirso e assistimos alguns vídeos em que ressaltam essa diversidade da língua portuguesa. Como já era de se esperar, a discussão foi boa, uma vez que estavam reunidos somente professores de português. Lemos as atividades 1, 2 e 3 da unidade 2, discutimos o ponto de vista de cada um, relamos experiências vividas em sala de aula e depois divididos em grupos, escreveram textos argumentativos abordando as questões apresentadas nos textos e vídeos. Deixei como proposta de estudo da semana, a leitura das unidades 3 e 4, do ampliando nossas referências da página 44 e a lição de casa 1, TP1 para ser desenvolvida em sala de aula.