Poemas criados por nós, cursistas do GestarII, lembrados ao realizarmos a atividade 1 -d- unidade 22-TP6. Muuuito bom!!!!
Ficar...
Pra você o que é “ficar”?
Pra mim, ficar é “estar”.
Estar com alguém
De alguma forma
Em algum lugar.
Seja no trabalho
Com responsabilidade e alegria
Ou no lazer de cada dia
Com alguém a quem se ama
Verdadeiramente
E se dar de presente
Constantemente
Ficar é para o adolescente
Não ter compromisso
Talvez ser omisso
pois no coração
ninguém manda
ninguém conhece
E de repente
Alguém pode estar sofrendo
Por aquele que fica
Somente !!! ( Sônia Martins)
"Escrevo poesias quando os meus sentimentos transbordam em mim, assim preciso dividi-los com o papel. Minhas experiências com poesia foi na escola e na faculdade, mesmo tendo a consciência de não ser uma poetiza, sentia-me muito a vontade ao redigir uma poesia."
"Escrevo palavras soltas
Sem rimas fixas, sem regras
Deslizam sobre o papel sem nada dizer
Apenas junto sílabas, não defendo ideias
Minhas palavras seguem livres
Sem destino, sem destinatário
Minhas palavras são partes soltas dentro de mim,
Não se encaixam, não se prendem
Sou livre, assim como minhas palavras." (Ana Kelly Barbosa Cândido)
Lembranças...
Quando entrei aqui novamente
Veio você na mente
Que sensação estranha
Parece que o tempo não passou
Foi bom, melhor sentimento sentido.
Alegria, emoção, ansiedade, medo.
Tudo ao mesmo tempo...
Como é bom apaixonar-se
Como é bom gostar
Como é bom ser adolescente
Apaixonada, encantada, emocionada.
Eta tempo bom!
Tempo que não volta mais...
Não que não goste da vida hoje.
Sensações diferentes, amores diferentes
Vida diferente...
Maturidade, época boa
De repente descobri,
fui feliz e sou mais feliz ainda...
Ser mãe, ser esposa, ser amada!
Como é bom viver...
Eta vida boa! (Simone K. da Silveira Gomes)
Doa
A dor últimos. Dos únicos. Dos pávidos.
Dos incrédulos. Dos insepultos. Dos postes. Dos poetas.
Doa
a dor do vírus
do herbívoro no semi-árido
do sol(itário) do sertão
do solzinho de Julho, embrulhado na nuvem,
dele poente.
do dia do aniversário da gente
doa a dor do ciso,
ou de qualquer outro dente.
Doa
a dor do calo no pé
do galo na testa
de uma espada transpassando a aresta
do espírito
doa a dor-de-cabeça, a dor-da-benzetacil-na-bunda
a dor no dorso da corcunda,
a dor de ouvido
(quando entra palavra ou água com sabão)
doa a dor-de-cotovelo, a dor do joelho
ralado sem esparadrapo, no chão.
Doa
a dor do mar morto
do barco que volta sozinho ao porto
doa a dor do parto
ou ainda, a dor do parto
de um filho morto,
doa a dor do coito sem acato,
doa a dor do esperma escorrendo pelo ralo,
doa a dor do chute no saco,
e a dor do vazio no prato, (da terra estéril).
Doa a dor do inapto
Do inconcepto.
Do mentecapto.
De Júpter; vice-reinando a Via Láctea
(imenso e solitário)
Doa a dor do carrapato
sem animal no pasto.
Doa
a dor do pássaro sem asa.
a dor dos olhos do cego.
das pernas que não andam.
Do seio que ficou seco; do leite que virou pedra.
Dos que fingiram habtuar-se a andar nas trevas.
Dos entrevados, amputados e paraplégicos.
Dos epiléticos, leprosos, aidéticos.
Doa
a dor dos andarilhos.
Dos seus filhos. Dos peregrinos.
Dos meninos da Somália.
Da alma de Ismália, na lua espalhada.
dos homens das caverna e do subúrbio,
e de toda espécie extinguida ou alienada.
Doa
a dor da viúva no cio
Do frio batendo nos fios.
A dor do amor
E do amor de Diadorim (dorzinha-dorzim)
A dor do adeus dado.
E a dor do a-Deus-dado.
Doa
a dor da matéria: da mala; do pente; do fósforo;
do absorvente, do cadarço desamarrado.
Do criado-mudo; do armário;
e de tudo que é inanimado
Doa a dor
Doa
a dor do que existe vago,
como o h, mais que letra um sopro,
sem fonema, sem gosto, sem gasto.
Doa a dor do b mudo,
ou do a sem agudo ou descraseado,
em si, solto, átono como um átomo
isolado no espaço.
Doa
a dor do espaço
sem saco (o cosmo sem beira)
Doa a dor do tempo sem cerca
do que nunca finda, etceteriza...
(Ah como me dói as eternidades). (Nathanaela Felícia Borges)
A vida na fazenda
A vida na fazenda é legal
Pescar e ver os porcos no curral
Deitar e brincar com coelho
E sentir o bom cheiro
O frango fritando na panela
E ver os pássaros na janela
Ver as nuvens lá no céu
Comer bolo e pão de mel.
Tomar leite da vaquinha
Almoçar: frango, arroz, feijão e farinha.
Ouvir músicas falando do sertão
E tomar banho de ribeirão.
E tirar uma foto de recordação. (Ângela Aparecida Santos Gonzaga)
E não é que além de poetas, também temos professores cronistas...
O sapo teimoso. (Marcos Antônio da Silva)
Depois de ter chegado do trabalho e após ter almoçado, resolvi como de costume tirar um cochilo para descansar e enfrentar o segundo turno de trabalho logo mais à noite. O tempo estava fechado e logo começou a chover e ventar balançando a janela do quarto em que havia deitado. Soprava até um ar gostoso, refrescando todo o ambiente, pois a manhã tinha sido muito quente e dificultava a minha soneca vespertina.
Ao começar a dormir lembrei-me de que o vaso de coqueiro que minha mãe me dera para enfeitar a garagem, o coitado, estava todo seco e como já estava chuviscando resolvi levantar e pegá-lo para tomar um banho de chuva e recuperar sua viçosidade no jardim. Foi quando me depararei com o sapo. Isso mesmo, o sapo que morava no cano da casa do vizinho e que passa dentro do meu lote e deságua lá na rua. Toda vez que chove ou o cano enche d’água, quando eles lavam o quintal, o asqueroso sapo sai e pula para dentro do terreno de minha casa adentrando pelo portão da garagem. E foi isso que tinha acontecido na noite anterior quando cheguei do trabalho com minha esposa e ela ao abrir o portão deu um grito de pavor ao ver o bichinho.
Ele vinha saltitando como de costume, e nem precisaria falar nisso pois ele anda é assim mesmo, em direção ao portão. Larguei o coqueiro que carregava e ataquei-o com os chinelos que tirei dos pés e ele logo tomou outra direção. Voltei para dentro de casa e novamente deitei-me, mas quando estava quase pegando no sono imaginei que o anfíbio rugoso deveria ter ido em direção ao portão social e debaixo de chuva fui correndo conferir. E não é que o danado estava lá! Nojento e sonolento, estava num canto com a boca encostada na parede escondendo da chuva. Fiquei admirado com a sua esperteza e ao mesmo tempo indignado por ele ter escolhido minha casa. Voltei para dentro de casa e na cozinha fui buscar um punhado de sal. Mas peguei só um pouquinho porque a cultura popular diz que ao jogar no sapo ele fica incomodado com a ardência que o cloreto provoca e logo procura água para se banhar. Dizem também que conforme a quantidade que lhe é atirada pode até morrer. E com um pouco de peso na consciência joguei no bicho e voltei para dentro de casa imaginando o que poderia acontecer. E novamente me deitei na esperança de descansar um pouco.
Acontece que ao lado do portão social existem aberturas feitas por pilastras que dão para o quintal e fiquei imaginando qual seria o trajeto do sapo, se ele poderia voltar para o seu esgoto ou entraria pelas aberturas referidas. Como já tivera acertado anteriormente sua rota, com certeza meu raciocínio estaria certo novamente e outra vez fui até lá conferir o que tinha acontecido. E não é que eu estava certo! O danado tinha passado pela abertura e estava a um canto do jardim, todo esborrachado cochilando.
Fiquei irritado com aquela teimosia do sapo e dessa vez nem pensei na quantidade de sal e o que poderia acontecer com ele. Busquei uma quantidade maior e, de raiva por ele atrapalhar meu descanso, joguei logo no seu dorso e fiquei observando pela janela. Dois segundos depois o sapo começou a se coçar, passando os pés pelas costas e fazendo aquele barulho de couro enrugado sendo raspado, como se fosse uma bola murcha. E saiu dando cambalhotas descendo a escada com uma velocidade incrível. Eu não sabia se ria com aquela cena hilária ou tinha pena do que poderia acontecer com suas costas. Mas acabei imaginando se as minhas fossem sensíveis assim; como faria para coçá-las se só me restassem os pés? Difícil não é? Então pensei naquele ditado cristão que diz: “Não faça aos outros aquilo que não queres que te façam” e os outros, nesse caso, podem ser também os animais.
Acabou vencendo o espírito cristão. Corri até a cozinha, enchi um copo d’água e atirei no seu corpo para livrá-lo do sofrimento. E ele ficou dormindo ali mesmo, dentro do quintal, e eu que queria tanto cochilar tive que me contentar com sua resistência e voltar para o trabalho.(Outubro de 2009)
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Segundo encontro - etapa 2 TP6
Nesta semana, terminamos o estudo da unidade 21 – TP6, desenvolvemos a atividade 14 – pág.38, ressaltando o quanto é importante, na construção do texto argumentativo, que todos os argumentos conduzam ao mesmo objetivo e produzam efeitos desejados no interlocutor. Fechamos a unidade com a leitura e reflexão do “Ampliando nossas referências”. Estudamos a unidade 22 que é muito clara quanto a importância do planejamento na produção textual. Fizemos um estudo relacionado às Oficinas de Leitura e Produção de textos que concretizam na prática, as teorias linguísticas que enfocam o homem em processo de interação pela linguagem, uma vez que, nelas, os sujeitos aprendem a fazer, fazendo e entendendo como e por que fazem. Analisamos os passos a seguir nesse processo de ensino-aprendizagem e vimos mais uma vez a importância das sequências didáticas na construção do conhecimento. Realizamos a atividade 1 da unidade22, que me fez lembrar de um poema que havia escrito em determinada época, do qual não me lembrava mais. Outros cursistas falaram também de suas experiências pessoais na produção de poesias. Descreverei na postagem das atividades-oficinas alguns poemas. Finalizamos nosso encontro com algumas sugestões de atividades da AAA6 e como tarefa, a lição de casa 1 da TP6 e estudo da unidade 23. Na próxima semana não teremos o encontro presencial, pois dia 15 de setembro, terça-feira, é dia da Padroeira de Pará de Minas e será feriado municipal.
Trabalho em grupo



Esta atividade foi realizada com os alunos do 6ºano, na escola Municipal D. Cotinha, no dia 19 de junho. Estávamos estudando os gêneros textuais e sequências tipológicas, especialmente o texto injuntivo. Os alunos adoraram a atividade, se interessaram e cooperaram com seus colegas. A aula foi divertida, proveitosa e dinâmica. Professora Luciana Brandão Leal
sábado, 5 de setembro de 2009
Oficina 1 - etapa 2 - TP6 - 01/09/2009
Oficina 11 – módulo 2 – TP6 – unidade 21 – Argumentação e linguagem
Proposta de atividade - Escolha um provérbio e construa um texto argumentativo em que a tese seja a moral:
1. Quem tem boca vai a Roma;
2. Devagar se vai ao longe;
3. Mais vale um pássaro na mão do que dois voando;
4. Antes tarde do que nunca;
5. Quem tudo quer tudo perde.
Objetivos:
1- identificar marcas de argumentatividade na organização dos textos;
2- identificar e analisar diferentes tipos de argumentos que sustentam uma argumentação textual;
3- reconhecer a qualidade da argumentação textual.
Texto 1 - Gente que faz...
Nesta edição especial, a coluna “Gente que faz” destaca a trajetória da Pará-minense Sônia Martins.
Nascida no dia 29 de abril de 1953, Sônia teve uma infância bastante conturbada, devido a separação dos pais e mudança de cidade. Já na adolescência, aos treze anos, perde o pai e a mãe, tendo que vir a trabalhar e logo depois, casando-se, dedicando sua vida a família.
Aos 47 anos, ela retomou seus estudos e conseguiu graduar-se em letras, vindo a exercer a profissão de professora de português dos anos finais do ensino fundamental. Portanto, Sônia faz jus a fala, “Antes tarde do que nunca”
Gênero textual – Biografia
Cursistas - Ângela, Flaviane e Sônia
Texto 2
Todo brasileiro precisa de um mínimo de estudo e formação para que possa ser bem sucedido profissionalmente. Estatisticamente, foi comprovado que o grau de conhecimento dos formandos, estudantes e diplomados, fica aquém de seu curso.
Para recuperar o tempo perdido durante anos e anos que passaram pela escola, muitos brasileiros se matriculam em “cursinhos”, cursos profissionalizantes de informática e outros mais, que são oferecidos. Mesmo depois de formados, eles partem nessa procura para conquistar um espaço digno na sociedade. São pais de família, adultos, idosos que reconhecem que sempre é tempo para aprender. “Antes tarde do que nunca”.
Gênero textual – Texto de opinião
Cursistas – Luciana, Nilza e Valéria
Texto 3 – Os dois pássaros
Dois pássaros desejavam fazer seu ninho numa mesma árvore, porém ambicionavam o mesmo galho, que era o mais alto e esplendoroso. Nenhum deles queria ficar no galho de baixo, pois assim se sentiriam inferior em relação ao outro. Permaneceram assim por algum tempo.
Enquanto isso, outro pássaro observava de longe, com cautela. Juntou seus galhinhos, folhinhas, continuou a espiar. Pouco a pouco, sem que os brigões percebessem montou seu ninho, lá no lugar tão disputado pelos outros. Os dois com “cara de tacho” e “queixo caído”, tiveram que se contentarem com uma árvore não tão frondosa e alta como a desejada. “Quem tudo quer, tudo perde”
Gênero textual – Fábula
Cursistas – Silvana Fernandes, Marcos Antônio e Marisa

Texto 4
Quem tem boca vai a Roma
A Paris, a Nova York, mas
Não antes de passar pela
Escola de Idiomas “Boca Esperta”
Matrículas abertas
Gênero textual – Anúncio publicitário
Cursistas – Adenísia, Nathanaela e Teresa
Texto 5
Você quer um cabelo liso?
Você quer seus cabelos esvoaçantes ao vento?
Você quer largar de lado o secador e a chapinha?
Está cansada de acordar cedo?
A Loreal tem a solução...
Escova inteligente sem formol. O formol provoca a queda dos cabelos.
Cuidado! “Quem tudo quer, tudo perde”
Gênero textual – Anúncio publicitário
Cursistas – Neliene, Ana Kelly,Geralda Eva
Proposta de atividade - Escolha um provérbio e construa um texto argumentativo em que a tese seja a moral:
1. Quem tem boca vai a Roma;
2. Devagar se vai ao longe;
3. Mais vale um pássaro na mão do que dois voando;
4. Antes tarde do que nunca;
5. Quem tudo quer tudo perde.
Objetivos:
1- identificar marcas de argumentatividade na organização dos textos;
2- identificar e analisar diferentes tipos de argumentos que sustentam uma argumentação textual;
3- reconhecer a qualidade da argumentação textual.
Texto 1 - Gente que faz...
Nesta edição especial, a coluna “Gente que faz” destaca a trajetória da Pará-minense Sônia Martins.
Nascida no dia 29 de abril de 1953, Sônia teve uma infância bastante conturbada, devido a separação dos pais e mudança de cidade. Já na adolescência, aos treze anos, perde o pai e a mãe, tendo que vir a trabalhar e logo depois, casando-se, dedicando sua vida a família.
Aos 47 anos, ela retomou seus estudos e conseguiu graduar-se em letras, vindo a exercer a profissão de professora de português dos anos finais do ensino fundamental. Portanto, Sônia faz jus a fala, “Antes tarde do que nunca”
Gênero textual – Biografia
Cursistas - Ângela, Flaviane e Sônia
Texto 2
Todo brasileiro precisa de um mínimo de estudo e formação para que possa ser bem sucedido profissionalmente. Estatisticamente, foi comprovado que o grau de conhecimento dos formandos, estudantes e diplomados, fica aquém de seu curso.
Para recuperar o tempo perdido durante anos e anos que passaram pela escola, muitos brasileiros se matriculam em “cursinhos”, cursos profissionalizantes de informática e outros mais, que são oferecidos. Mesmo depois de formados, eles partem nessa procura para conquistar um espaço digno na sociedade. São pais de família, adultos, idosos que reconhecem que sempre é tempo para aprender. “Antes tarde do que nunca”.
Gênero textual – Texto de opinião
Cursistas – Luciana, Nilza e Valéria
Texto 3 – Os dois pássaros
Dois pássaros desejavam fazer seu ninho numa mesma árvore, porém ambicionavam o mesmo galho, que era o mais alto e esplendoroso. Nenhum deles queria ficar no galho de baixo, pois assim se sentiriam inferior em relação ao outro. Permaneceram assim por algum tempo.
Enquanto isso, outro pássaro observava de longe, com cautela. Juntou seus galhinhos, folhinhas, continuou a espiar. Pouco a pouco, sem que os brigões percebessem montou seu ninho, lá no lugar tão disputado pelos outros. Os dois com “cara de tacho” e “queixo caído”, tiveram que se contentarem com uma árvore não tão frondosa e alta como a desejada. “Quem tudo quer, tudo perde”
Gênero textual – Fábula
Cursistas – Silvana Fernandes, Marcos Antônio e Marisa
Texto 4
Quem tem boca vai a Roma
A Paris, a Nova York, mas
Não antes de passar pela
Escola de Idiomas “Boca Esperta”
Matrículas abertas
Gênero textual – Anúncio publicitário
Cursistas – Adenísia, Nathanaela e Teresa
Texto 5
Você quer um cabelo liso?
Você quer seus cabelos esvoaçantes ao vento?
Você quer largar de lado o secador e a chapinha?
Está cansada de acordar cedo?
A Loreal tem a solução...
Escova inteligente sem formol. O formol provoca a queda dos cabelos.
Cuidado! “Quem tudo quer, tudo perde”
Gênero textual – Anúncio publicitário
Cursistas – Neliene, Ana Kelly,Geralda Eva
Primeiro encontro - etapa 2 - 01/09/2009
Terminei a minha capacitação da 2ªetapa do Gestar II dia 28 de agosto em Belo Horizonte-MG. Já havia agendado com as cursistas o nosso primeiro encontro deste módulo II para o dia 1º de setembro. O encontro aconteceu com 99% de presença e participação dos cursistas. Apenas a aluna Iris faltou por motivo de doença. Os professores fizeram um relato do desenvolvimento das atividades dos AAAs com os alunos, da construção do projeto e o envolvimento da escola, tiraram algumas dúvidas em relação as avaliações diagnósticas que estão aplicando em suas respectivas salas de aula. Passei a eles o cronograma dos encontros presenciais para que todos se organizem e se tudo der certo terminaremos ainda este ano. Abaixo descrevo o cronograma:
Cronograma dos encontros presenciais de Língua Portuguesa às terças-feiras-etapa 2
• 01/09 - Orientações gerais e TP6 – unidade 21
• 08/09 - Encontro presencial / oficina – TP6
• 22/09 - Encontro presencial / oficina – TP6
• 29/09 - Encontro presencial / oficina – TP6
• 06/10 - Oficina para confecção de materiais
• 27/10 - Encontro presencial / oficina – TP1
• 03/11 - Encontro presencial / oficina – TP1
• 10/11 - Encontro presencial / oficina – TP2
• 17/11 - Encontro presencial / oficina – TP2
• 01/12 - Encontro presencial / avaliação
“ Com organização e tempo acha-se o segredo de fazer tudo e de fazê-lo bem feito.” Pitágoras
E assim continuamos nosso encontro com a leitura e reflexão dos textos “Lecionei a todos eles” e “A escola ensina para a vida?”. Começamos o estudo da TP6 – unidade 21, pontuando questionamentos relacionados às atividades, ressaltando o uso argumentativo da linguagem tanto oral quanto escrita em diferentes gêneros textuais. Desenvolvi uma atividade em grupo com os cursistas que tem como objetivo identificar marcas de argumentatividade na organização dos textos, o resultado desse trabalho está descrito na postagem das atividades-oficinas. Terminamos nosso encontro na expectativa de que esta 2ª etapa será tão proveitosa quanto a 1ª e na certeza de que, com garra e determinação fazendo o que nos é possível, conseguiremos êxito em nossa caminhada.
“Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.” Isaías 40: 31
Simone Kátia da Silveira Gomes
Cronograma dos encontros presenciais de Língua Portuguesa às terças-feiras-etapa 2
• 01/09 - Orientações gerais e TP6 – unidade 21
• 08/09 - Encontro presencial / oficina – TP6
• 22/09 - Encontro presencial / oficina – TP6
• 29/09 - Encontro presencial / oficina – TP6
• 06/10 - Oficina para confecção de materiais
• 27/10 - Encontro presencial / oficina – TP1
• 03/11 - Encontro presencial / oficina – TP1
• 10/11 - Encontro presencial / oficina – TP2
• 17/11 - Encontro presencial / oficina – TP2
• 01/12 - Encontro presencial / avaliação
“ Com organização e tempo acha-se o segredo de fazer tudo e de fazê-lo bem feito.” Pitágoras
E assim continuamos nosso encontro com a leitura e reflexão dos textos “Lecionei a todos eles” e “A escola ensina para a vida?”. Começamos o estudo da TP6 – unidade 21, pontuando questionamentos relacionados às atividades, ressaltando o uso argumentativo da linguagem tanto oral quanto escrita em diferentes gêneros textuais. Desenvolvi uma atividade em grupo com os cursistas que tem como objetivo identificar marcas de argumentatividade na organização dos textos, o resultado desse trabalho está descrito na postagem das atividades-oficinas. Terminamos nosso encontro na expectativa de que esta 2ª etapa será tão proveitosa quanto a 1ª e na certeza de que, com garra e determinação fazendo o que nos é possível, conseguiremos êxito em nossa caminhada.
“Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.” Isaías 40: 31
Simone Kátia da Silveira Gomes
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Autoavaliação 1º módulo
Autoavaliação módulo 1 - Gestar II - Formadora Simone Kátia da Silveira Gomes
Quando temos um desafio pela frente, é preciso que acreditemos naquilo que nos foi confiado e na nossa capacidade de realização. Para isso precisamos de muita determinação e coragem para enfrentar as adversidades que a vida nos prepara. Para mim, a capacitação e o primeiro contato com o material já foram suficientes para me apaixonar pelo novo trabalho, achei o material excelente e é tudo que nós professores sempre procuramos em relação às práticas de tudo de teórico que estudamos ou ouvimos falar. Sabíamos da teoria, mas não tínhamos tempo para pesquisar e encontrar atividades sequenciadas que se adequassem aos termos necessários para que levássemos nossos alunos a adquirirem as habilidades e competências necessárias para a construção do conhecimento. Tentei passar isso para as cursistas logo no primeiro encontro, pois a receptividade não foi muito boa. Uma vez que sempre que é imposto um curso sem saber o objetivo principal, isso acontece. Consegui despertar neles a vontade de trabalhar com o material, mostrando a eles a riqueza de conteúdo e o quanto seria útil na prática pedagógica em sala de aula. É claro que no dia a dia é um pouco complicado a aplicação de todas as atividades, pelo acúmulo de tarefas nas escolas e o tempo entre uma oficina e outra é muito curto. Mas tenho certeza que todos cursistas estão estudando, conhecendo o material e usando-o da melhor maneira possível em favor da melhoria da nossa educação. As dificuldades encontradas é fazer com que os cursista cheguem no horário combinado, frequentem as aulas assiduamente e realizem as tarefas propostas, fazendo os relatórios em tempo hábil. Sei que eles precisam se organizar, pois a maioria trabalham em dois horários e o tempo fica um pouco curto para tantos afazeres. Mas tudo foi muito tranquilo, a turma é ótima, participativa e querem muito aprender.
Pará de Minas, 20 de agosto de 2009.
Quando temos um desafio pela frente, é preciso que acreditemos naquilo que nos foi confiado e na nossa capacidade de realização. Para isso precisamos de muita determinação e coragem para enfrentar as adversidades que a vida nos prepara. Para mim, a capacitação e o primeiro contato com o material já foram suficientes para me apaixonar pelo novo trabalho, achei o material excelente e é tudo que nós professores sempre procuramos em relação às práticas de tudo de teórico que estudamos ou ouvimos falar. Sabíamos da teoria, mas não tínhamos tempo para pesquisar e encontrar atividades sequenciadas que se adequassem aos termos necessários para que levássemos nossos alunos a adquirirem as habilidades e competências necessárias para a construção do conhecimento. Tentei passar isso para as cursistas logo no primeiro encontro, pois a receptividade não foi muito boa. Uma vez que sempre que é imposto um curso sem saber o objetivo principal, isso acontece. Consegui despertar neles a vontade de trabalhar com o material, mostrando a eles a riqueza de conteúdo e o quanto seria útil na prática pedagógica em sala de aula. É claro que no dia a dia é um pouco complicado a aplicação de todas as atividades, pelo acúmulo de tarefas nas escolas e o tempo entre uma oficina e outra é muito curto. Mas tenho certeza que todos cursistas estão estudando, conhecendo o material e usando-o da melhor maneira possível em favor da melhoria da nossa educação. As dificuldades encontradas é fazer com que os cursista cheguem no horário combinado, frequentem as aulas assiduamente e realizem as tarefas propostas, fazendo os relatórios em tempo hábil. Sei que eles precisam se organizar, pois a maioria trabalham em dois horários e o tempo fica um pouco curto para tantos afazeres. Mas tudo foi muito tranquilo, a turma é ótima, participativa e querem muito aprender.
Pará de Minas, 20 de agosto de 2009.
Oficina 10 - TP5 - atividade 2 - 18/08/09
Oficina 10 – TP5 - Produção de um texto fazendo uso da linguagem verbal e não-verbal


Texto1

a) Que produto o texto está anunciando? A internet móvel Vivo.
b) Que relação está sendo excluída, negada? Não duvidar dos sonhos.
c) Que expressões são usadas para marcar essa negação? Não deixe ninguém...
d) Que expectativas cria essa negação no leitor? Que devemos acreditar nos nossos sonhos.
e) Que efeito de sentido a negativa de uma relação tem sobre a afirmação de outra? Acreditar que podemos ter uma internet móvel e poder usá-la em qualquer lugar.
f) Como aparece a coesão inter-relacionando texto verbal e visual no anúncio? A imagem do molden conectado ao notebook e as vantagens descritas no texto verbal.
Texto2

a) Que produto o texto está anunciando? Um site que valoriza a adoção de animas de estimação.
b) Que relação está sendo excluída, negada? Não ser enganado pelo animal de estimação.
c) Que expressões são usadas para marcar essa negação? Jamais se engane com o gato de sua vida.
d) Que expectativas cria essa negação no leitor? De curiosidade
e) Que efeito de sentido a negativa de uma relação tem sobre a afirmação de outra? A importância de se relacionar com animais de estimação, dito como “verdadeiro amor”
f) Como aparece a coesão inter-relacionando texto verbal e visual no anúncio? A imagem do gato pedindo colo e o convite a participar desse clube em favor dos animais de estimação.
(Nilza, Ângela e Flaviane)
Obs. Esse trabalho deu uma boa discussão devido a ambigüidade de sentido da palavra “gato”, que podemos interpretar também como sendo o ser humano “bonitão” e o produto anunciado ser um site de relacionamentos. Aí o motivo de ressaltar o escopo da negação “adote”.
Texto3

a) Que produto o texto está anunciando? Equipamentos de segurança
b) Que relação está sendo excluída, negada? Não praticar esportes radicais
c) Que expressões são usadas para marcar essa negação? Nunca pratique
d) Que expectativas cria essa negação no leitor? Saber o motivo de não praticar esportes radicais.
e) Que efeito de sentido a negativa de uma relação tem sobre a afirmação de outra? A importância de praticar esportes radicais somente com o uso adequado de equipamentos de segurança.
f) Como aparece a coesão inter-relacionando texto verbal e visual no anúncio? A negação do início do texto verbal aliado a imagem de pessoas praticando esportes radicais desperta a curiosidade pela intencionalidade do texto publicitário.
( Nathanaela, Adenísia, Iris e Marcos)
Texto1
a) Que produto o texto está anunciando? A internet móvel Vivo.
b) Que relação está sendo excluída, negada? Não duvidar dos sonhos.
c) Que expressões são usadas para marcar essa negação? Não deixe ninguém...
d) Que expectativas cria essa negação no leitor? Que devemos acreditar nos nossos sonhos.
e) Que efeito de sentido a negativa de uma relação tem sobre a afirmação de outra? Acreditar que podemos ter uma internet móvel e poder usá-la em qualquer lugar.
f) Como aparece a coesão inter-relacionando texto verbal e visual no anúncio? A imagem do molden conectado ao notebook e as vantagens descritas no texto verbal.
Texto2
a) Que produto o texto está anunciando? Um site que valoriza a adoção de animas de estimação.
b) Que relação está sendo excluída, negada? Não ser enganado pelo animal de estimação.
c) Que expressões são usadas para marcar essa negação? Jamais se engane com o gato de sua vida.
d) Que expectativas cria essa negação no leitor? De curiosidade
e) Que efeito de sentido a negativa de uma relação tem sobre a afirmação de outra? A importância de se relacionar com animais de estimação, dito como “verdadeiro amor”
f) Como aparece a coesão inter-relacionando texto verbal e visual no anúncio? A imagem do gato pedindo colo e o convite a participar desse clube em favor dos animais de estimação.
(Nilza, Ângela e Flaviane)
Obs. Esse trabalho deu uma boa discussão devido a ambigüidade de sentido da palavra “gato”, que podemos interpretar também como sendo o ser humano “bonitão” e o produto anunciado ser um site de relacionamentos. Aí o motivo de ressaltar o escopo da negação “adote”.
Texto3
a) Que produto o texto está anunciando? Equipamentos de segurança
b) Que relação está sendo excluída, negada? Não praticar esportes radicais
c) Que expressões são usadas para marcar essa negação? Nunca pratique
d) Que expectativas cria essa negação no leitor? Saber o motivo de não praticar esportes radicais.
e) Que efeito de sentido a negativa de uma relação tem sobre a afirmação de outra? A importância de praticar esportes radicais somente com o uso adequado de equipamentos de segurança.
f) Como aparece a coesão inter-relacionando texto verbal e visual no anúncio? A negação do início do texto verbal aliado a imagem de pessoas praticando esportes radicais desperta a curiosidade pela intencionalidade do texto publicitário.
( Nathanaela, Adenísia, Iris e Marcos)
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