quinta-feira, 23 de julho de 2009
Oitava aula - 14/07/09
Iniciamos nosso encontro dia 14 de julho, fazendo observações e destacando algumas atividades e assuntos relevantes das unidades 18 e 19. O segundo momento dedicamos aos relatos das atividades propostas do avançando na prática página 24. Alguns professores realizaram a atividade usando exercícios do AAA5, outros usaram o texto da TP “Cada um é cada um” e outros usaram a imaginação com textos diversificados. Uns não conseguiram terminar a atividade e se comprometeram de trazer o relato no próximo encontro que será dia 11 de agosto. Infelizmente final de semestre é um pouco tumultuado e às vezes não conseguimos desenvolver nossas tarefas da maneira como queremos. Tenho certeza que depois do recesso todos colocarão suas atividades em dia e teremos importantes depoimentos. Fizemos a oficina 9 de duas maneiras distintas, com o primeiro grupo, pedi para que eles formassem dois grupos e cada um escrevesse um texto baseado numa fotografia, a partir daí analisamos em conjunto, os elementos coerentes e coesivos do texto redigido. Com o segundo grupo, fizemos a proposta de atividade da oficina página 254, que também deu um ótimo debate em relação a coerência do texto verbal e não verbal. Continuamos nosso encontro fazendo um estudo coletivo do “Ampliando nossas referências” – unidade 19, ressaltando pontos importantes, através das questões propostas. Falamos das atividades do AAA5, que são muito interessantes e da importância do trabalho planejado, com uma sequência de atividades que favorece o processo de ensino-aprendizagem. Começamos o estudo da unidade 20 e decidimos que terminaríamos a TP5 no próximo encontro, cada professor cursista escolherá um Avançando na prática das unidades 19 e 20 para desenvolver com seus alunos e retornar com um relato, que será uma boa troca de experiências com atividades diversificadas. Neste dia faremos também uma avaliação deste 1º módulo do curso.
Oficina 10 - TP5 14/07/09
Proposta de atividade –1º grupo – oficina 9 – TP5
Apresentar uma imagem e pedir ao grupo que faça uma narrativa a partir dela.
O texto será produzido coletivamente e registrado, será lido para que se reconheçam os elementos de coesão presentes ou não nele.
Texto 1 –A fotografia
Finalmente chega o mês de julho e com ele as tão esperadas férias.
Pedro já está com as malas prontas para ir à fazenda do vovô Luís. Já na fazenda, ele se diverte bastante e, como toda criança, é muito curioso. Em suas brincadeiras no sótão da casa, encontra uma fotografia velha guardada com cuidado dentro de um baú. No mesmo instante, o menino corre até o avô para saber quem eram aquelas pessoas. Vovô Luís olha para a foto e se perde nas recordações do passado.
Ah! Meu neto querido, um destes operários sou eu quando tinha 30 anos. Estávamos iniciando a construção de uma ponte para facilitar o acesso de uma cidade a outra. Era um trabalho muito árduo e perigoso, pois um simples descuido poderia ser fatal. Mas o trabalho foi concluído com sucesso e hoje milhões de pessoas trafegam por esta ponte. Vovô, quando eu crescer quero ser igual ao senhor, e depois bem velhinho contar esta história para meus netos. ( Adenísia – Ìris – Marisa – Flaviane )
Texto 2 – Vida e Trabalho
Segunda-feira. Rotina. Coloco a marmita na mochila e pego o ônibus das 6h30. Chego ao trabalho, um estaleiro no porto de Santos. Encontro com meus dois colegas, já com nossas ferramentas em mãos. Seguimos para o local onde instalaremos as novas torres. Esta semana terminaremos esta empreitada para a qual nossa firma foi contratada. O dia está quente e o trabalho árduo. Meus colegas trabalham aqui há mais de 15 anos, eu sou novato e ainda estou me adaptando ao duro trabalho. Gostaria de ter estudado mais para exercer uma profissão melhor. Infelizmente trabalho desde os meus dez anos de idade para ajudar em casa, mas apesar de não ter estudo, orgulho-me de ser um homem trabalhador e honesto. Vivo para cuidar de minha querida esposa e ter um pouco de conforto. Como diz o ditado “Viver é a forma mais simples da felicidade”.
( Marcos – Nathanaela – Teresa )
Proposta de atividade –2º grupo – oficina 9 – TP5
Registro das observações feitas pelos alunos relacionando os sentidos construídos pela linguagem verbal e pela não verbal da página 255 TP5.
O tema abordado, “energia”, tem como slogan palavras que se referem a nossa nacionalidade. As imagens disposta no texto são pertinentes ao slogan, inclusive as cores da bandeira estão, respectivamente, dispostas em maior proporção: verde, amarelo, azul e branco.
Como fonte geradora de energia, furnas sustenta com responsabilidade social, o trabalho, a educação, a tecnologia e o ambiente, defendendo o patrimônio dos brasileiros.
Ana Kelly, Ângela, Geralda Eva, Neliene, Nilza e Sônia
Apresentar uma imagem e pedir ao grupo que faça uma narrativa a partir dela.
O texto será produzido coletivamente e registrado, será lido para que se reconheçam os elementos de coesão presentes ou não nele.
Texto 1 –A fotografia
Finalmente chega o mês de julho e com ele as tão esperadas férias.
Pedro já está com as malas prontas para ir à fazenda do vovô Luís. Já na fazenda, ele se diverte bastante e, como toda criança, é muito curioso. Em suas brincadeiras no sótão da casa, encontra uma fotografia velha guardada com cuidado dentro de um baú. No mesmo instante, o menino corre até o avô para saber quem eram aquelas pessoas. Vovô Luís olha para a foto e se perde nas recordações do passado.
Ah! Meu neto querido, um destes operários sou eu quando tinha 30 anos. Estávamos iniciando a construção de uma ponte para facilitar o acesso de uma cidade a outra. Era um trabalho muito árduo e perigoso, pois um simples descuido poderia ser fatal. Mas o trabalho foi concluído com sucesso e hoje milhões de pessoas trafegam por esta ponte. Vovô, quando eu crescer quero ser igual ao senhor, e depois bem velhinho contar esta história para meus netos. ( Adenísia – Ìris – Marisa – Flaviane )
Texto 2 – Vida e Trabalho
Segunda-feira. Rotina. Coloco a marmita na mochila e pego o ônibus das 6h30. Chego ao trabalho, um estaleiro no porto de Santos. Encontro com meus dois colegas, já com nossas ferramentas em mãos. Seguimos para o local onde instalaremos as novas torres. Esta semana terminaremos esta empreitada para a qual nossa firma foi contratada. O dia está quente e o trabalho árduo. Meus colegas trabalham aqui há mais de 15 anos, eu sou novato e ainda estou me adaptando ao duro trabalho. Gostaria de ter estudado mais para exercer uma profissão melhor. Infelizmente trabalho desde os meus dez anos de idade para ajudar em casa, mas apesar de não ter estudo, orgulho-me de ser um homem trabalhador e honesto. Vivo para cuidar de minha querida esposa e ter um pouco de conforto. Como diz o ditado “Viver é a forma mais simples da felicidade”.
( Marcos – Nathanaela – Teresa )
Proposta de atividade –2º grupo – oficina 9 – TP5
Registro das observações feitas pelos alunos relacionando os sentidos construídos pela linguagem verbal e pela não verbal da página 255 TP5.
O tema abordado, “energia”, tem como slogan palavras que se referem a nossa nacionalidade. As imagens disposta no texto são pertinentes ao slogan, inclusive as cores da bandeira estão, respectivamente, dispostas em maior proporção: verde, amarelo, azul e branco.
Como fonte geradora de energia, furnas sustenta com responsabilidade social, o trabalho, a educação, a tecnologia e o ambiente, defendendo o patrimônio dos brasileiros.
Ana Kelly, Ângela, Geralda Eva, Neliene, Nilza e Sônia
segunda-feira, 20 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Oficina 9 - TP5 30/06/09
Oficina 9 - atividade unidade 17 – TP5 – “Diferentes Estilos”
Dando início a atividade, fizemos a leitura do texto “Os Diferentes Estilos” de Paulo Mendes Campos. Os grupos se reuniram e produziram textos em estilos diferentes.
Estilo Fausto Silva
“Oh louco meu!”
Oh louco meu! Estava sem sono e sai para passear de madrugada e encontrei o caralho de um cadáver em pleno bairro de Ipanema. Pô meu, deixa eu procurar um guarda...
Será que o cara se suicidou por causa de um pit-bull que dormia na mesma cama que ele?
Oh louco meu! O guarda veio e tomou as providências necessárias e fez um baita relatório, pior que as minhas fichas do programa... Além de tudo, o guarda disse que eu falo demais e não espero ninguém responder às perguntas que faço!!! Pô meu! Vai cuidar da tua vida, que da minha cuido eu.
Neliene
Estilo Cebolinha
Cascão, foi encontlado na madlugada de hoje, o colpo de um homem na Lagoa Rodligo de Fleitas pelo vigia de uma constlução. O homem tlajava calça amalela, glavata blanca e não estava muito maltlatado. Vou chamar a mônica pla ir lá comigo ver o molto; Pla ir sozinho, não tenho colagem.
Luciana e Ana Kelly
Estilo Datena
É uma pouca vergonha nacional o que aconteceu hoje na Lagoa Rodrigo de Freitas. Onde estão os políticos vagabundos e safados, que embolsam o dinheiro do povo e não liberam verbas para termos policiais mais preparados? Se fossem preparados, fariam ronda nos pontos turísticos e onde mais fosse necessário. Vejam só! Foi encontrado, abandonado, jogado, o corpo de um homem, às margens da lagoa – um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Um homem! Um cidadão brasileiro. Onde vamos parar com este descaso das autoridades com a segurança do cidadão?
Nilza e Flaviana
Estilo Dercy Gonçalves
“PQP”, homem foi encontrado em plena madrugada, pelado no bairro dos grã-finos à margem da Lagoa Rodrigo de Freitas. O dito cujo que o encontrou foi um vigia da construção civil, que trabalhava pra “caralho”. O “filho da P.” não tinha nenhum sinal de violência no corpo. Esse já foi para o “quinto dos infernos”.
Silvana e Marisa
Estilo Lady Kaite
Bebel, minha prima: eu te venho-te, informar-te um fauto que aconteceu pertim da casa da madame Sofia, ali memo do lado de fora da Lagoa Rodrigo de Freitas. Hoje de madrugadinha, o pobre coitado de um olhador, desses que olham os prédio, as construção, encontrou um presuntão estrebuchado lá na beira da lagoa. O pió é que ninguém sabe o que matou ele, ele tava inteirinho da silva. Fiquei sabendo cedinho, tô pagando...
Nathanaela e Teresa
Estilo Datena
Corpo encontrado na margem da Lagoa Rodrigo de Freitas. Notícia de última hora!
Já em estado crítico, foi encontrado nesta madrugada, o corpo de um homem não identificado pelo vigia de uma construção. O corpo não apresentava sinais de violência, o que intriga a polícia. Seria mais um caso de envolvimento com o tráfico de drogas? Mais um mistério a ser desvendado pela polícia do Rio de Janeiro.
Adenísia
Estilo Renato Aragão -Didi
Ao Acordar pela manhã ouvi um grito de socorro. Cheguei até a porta e deparei com um crioulo, tipo Mussuns que gritava a plenos pulmões que havia um presunto fresco na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas. Tendo morte morrida ele se escafedeu-se lá pela madrugada, deixando todo mundo cafuso.
Sônia e Ângela
Dando início a atividade, fizemos a leitura do texto “Os Diferentes Estilos” de Paulo Mendes Campos. Os grupos se reuniram e produziram textos em estilos diferentes.
Estilo Fausto Silva
“Oh louco meu!”
Oh louco meu! Estava sem sono e sai para passear de madrugada e encontrei o caralho de um cadáver em pleno bairro de Ipanema. Pô meu, deixa eu procurar um guarda...
Será que o cara se suicidou por causa de um pit-bull que dormia na mesma cama que ele?
Oh louco meu! O guarda veio e tomou as providências necessárias e fez um baita relatório, pior que as minhas fichas do programa... Além de tudo, o guarda disse que eu falo demais e não espero ninguém responder às perguntas que faço!!! Pô meu! Vai cuidar da tua vida, que da minha cuido eu.
Neliene
Estilo Cebolinha
Cascão, foi encontlado na madlugada de hoje, o colpo de um homem na Lagoa Rodligo de Fleitas pelo vigia de uma constlução. O homem tlajava calça amalela, glavata blanca e não estava muito maltlatado. Vou chamar a mônica pla ir lá comigo ver o molto; Pla ir sozinho, não tenho colagem.
Luciana e Ana Kelly
Estilo Datena
É uma pouca vergonha nacional o que aconteceu hoje na Lagoa Rodrigo de Freitas. Onde estão os políticos vagabundos e safados, que embolsam o dinheiro do povo e não liberam verbas para termos policiais mais preparados? Se fossem preparados, fariam ronda nos pontos turísticos e onde mais fosse necessário. Vejam só! Foi encontrado, abandonado, jogado, o corpo de um homem, às margens da lagoa – um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Um homem! Um cidadão brasileiro. Onde vamos parar com este descaso das autoridades com a segurança do cidadão?
Nilza e Flaviana
Estilo Dercy Gonçalves
“PQP”, homem foi encontrado em plena madrugada, pelado no bairro dos grã-finos à margem da Lagoa Rodrigo de Freitas. O dito cujo que o encontrou foi um vigia da construção civil, que trabalhava pra “caralho”. O “filho da P.” não tinha nenhum sinal de violência no corpo. Esse já foi para o “quinto dos infernos”.
Silvana e Marisa
Estilo Lady Kaite
Bebel, minha prima: eu te venho-te, informar-te um fauto que aconteceu pertim da casa da madame Sofia, ali memo do lado de fora da Lagoa Rodrigo de Freitas. Hoje de madrugadinha, o pobre coitado de um olhador, desses que olham os prédio, as construção, encontrou um presuntão estrebuchado lá na beira da lagoa. O pió é que ninguém sabe o que matou ele, ele tava inteirinho da silva. Fiquei sabendo cedinho, tô pagando...
Nathanaela e Teresa
Estilo Datena
Corpo encontrado na margem da Lagoa Rodrigo de Freitas. Notícia de última hora!
Já em estado crítico, foi encontrado nesta madrugada, o corpo de um homem não identificado pelo vigia de uma construção. O corpo não apresentava sinais de violência, o que intriga a polícia. Seria mais um caso de envolvimento com o tráfico de drogas? Mais um mistério a ser desvendado pela polícia do Rio de Janeiro.
Adenísia
Estilo Renato Aragão -Didi
Ao Acordar pela manhã ouvi um grito de socorro. Cheguei até a porta e deparei com um crioulo, tipo Mussuns que gritava a plenos pulmões que havia um presunto fresco na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas. Tendo morte morrida ele se escafedeu-se lá pela madrugada, deixando todo mundo cafuso.
Sônia e Ângela
Sétima aula - 30/06/09
Dia 30 de junho, iniciamos nosso oitavo encontro presencial com alguns relatos de atividades que ficaram pendentes na aula anterior, pois os professores faltavam terminá-las. Logo após, lemos o texto “Os Diferentes Estilos” de Paulo Mendes Campos, fizemos uma análise do texto e depois em grupos, os alunos relataram a mesma notícia em estilos diferentes e apresentaram a turma, foi muito divertido. Depois dessa atividade demos início ao estudo da TP5, comentamos a unidade 17, ressaltando conteúdos importantes, tirando dúvidas de alguns exercícios propostos. Frisamos o quanto a língua portuguesa é riquíssima em expressividade e com recursos numerosos. Lemos e discutimos o Ampliando nossas referências “O vocabulário Português”. Começamos um estudo coletivo da unidade 18, desenvolvendo juntos as atividades; ficou decidido que terminaríamos o estudo da unidade 18, e iniciaríamos as unidades 19 e 20, em casa. Resolvemos que não teríamos o encontro na próxima semana, pois os professores não teriam tempo de realizarem o Avançando na prática em uma semana, devido ao acúmulo de atividades nas escolas, em final de semestre, como provas finais e atividades de recuperação. Até o dia 14, data do nosso próximo encontro, os professores trabalharão com seus alunos, a atividade da página 24; além do proposto na TP5, poderão usar também o texto de Paulo Mendes Campos e textos do AAA5, unidade17, aulas 1 e 2. A TP5 é muito rica em informações e atividades, tenho certeza que será um estudo muito proveitoso e enriquecedor para todos nós.
sábado, 27 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Lição de casa 2 - TP4




Relato das atividades - Lição de casa 2 – TP4
Cada professor escolheu um Avançando na prática para desenvolver a atividade com seus alunos. Descrevo abaixo as páginas das atividades trabalhadas e alguns relatos dos professores que merecem destaque:
1º Avançando na prática – pág. 97 – desenvolvido pelas professoras Silvana, Nathanaela, Sônia, Valéria e Neliene.
Os professores fizeram uma interpretação oral do poema “Cidadezinha qualquer”, seguiram as orientações propostas da atividade na TP, alguns fizeram uma intertextualidade com o texto “Admirável Mundo Louco” de Ruth Rocha. Descrevo abaixo dois textos produzidos pelos alunos depois da atividade trabalhada.
“Cidadezinha Qualquer”( Mateus Felipe Ribeiro)
Eu conheço uma cidade que é muito pequena
De tão pequena, é chamada “apertadinha”
Mas seu verdadeiro nome é Ibitira
Quem deu esse apelido foi minha querida vozinha.
Lá não passa carro, nem moto
Não passa caminhão ou metrô
Lá só passa bicicleta.
Mas minha avó de lá não quer sair
Eu também gosto de lá
É muito calmo
Muito bom para um descanso
Esta cidadezinha qualquer.
“Cidadezinha Qualquer”(Daiane Freitas de Andrade – 6º ano)
Casas simplezinhas
rede pra dormir
Rua calma, silêncio predomina.
Mulher cuidando do jardim
Criança na escola
Pai no trabalho.
Depois da missa
namorados na praça
recitando poemas de amor.
Pai vai pra varanda
tocar seu violão
o filho com as canções de ninar
dorme no colo da mãe.
2º Avançando na Prática – pág.124 – desenvolvido pela professora Geralda Eva
A atividade foi desenvolvida com o texto “Admirável Mundo Louco” de Ruth Rocha seguindo as orientações propostas na TP4, os alunos trabalharam em dupla com questões de interpretação e produção de texto.
3° Avançando na prática – pág. 131 – desenvolvido pelos professores Marcos e Iris
O texto trabalhado foi “Nossas cidades”, ele foi apresentado desordenado a fim de que os alunos o organizassem e vissem a importância da ordenação e da paragrafação para sua compreensão.
Os alunos do 6º ano tiveram mais dificuldades em relação aos alunos maiores.
4º Avançando na prática – pág. 133 – desenvolvido pela professora Adenísia
A professora propôs que os alunos em grupo, continuassem escrever o diário até o mês de dezembro. Eles fizeram a atividade e depois leram o texto original para compreensão e interpretação.
5º avançando na Prática – pág. 182 – desenvolvido pela professora Ângela
A professora aproveitou a oportunidade para falar um pouco de Pará de Minas, os alunos ouviram “causos”, contos, histórias, poesias que relatam a história antiga da cidade e assim desenvolveram a atividade proposta na TP com a construção de poesias “concretas”homenageando os 150 anos de Pará de Minas. Descrevo abaixo o poema escrito por uma das alunas do 6º ano, Angélica Aparecida Soares, da Escola Municipal Conceição Maria Moreira. A poesia foi escrita no contorno do algarismo 150.
Entre as montanhas do oeste de Minas, surge arraiá do Pato Fofo.Devido as constantes pousadas dos bandeirantes rumo à Pitangui. De povoado, a cidade de curso incerto ao progresso e de precária escolarização. Hoje temos várias escolas e faculdades, somos em torno de 80.000 habitantes. Temos variados modelos de casa, prédios e construções, também temos semáforos e trânsito que chega a congestionar. Temos praças, bares, bibliotecas, museu, parque do Bariri, e até Girus disco show. Eta povo trabalhador e orador que sempre deposita à Deus o seu voto de louvor!
6ºAvançando na Prática – pág. 194 – desenvolvido pela professora Ana Kelly
A professora fez um trabalho interdisciplinar com a professora de ciências, uma vez que ela estava trabalhando a revista semeando com o tema “a degradação do meio ambiente”, aproveitou um texto da revista e seguiu os passos das atividades propostas na TP. Os alunos finalizaram a atividade criando cartões postais e distribuindo entre os colegas.
Cada professor escolheu um Avançando na prática para desenvolver a atividade com seus alunos. Descrevo abaixo as páginas das atividades trabalhadas e alguns relatos dos professores que merecem destaque:
1º Avançando na prática – pág. 97 – desenvolvido pelas professoras Silvana, Nathanaela, Sônia, Valéria e Neliene.
Os professores fizeram uma interpretação oral do poema “Cidadezinha qualquer”, seguiram as orientações propostas da atividade na TP, alguns fizeram uma intertextualidade com o texto “Admirável Mundo Louco” de Ruth Rocha. Descrevo abaixo dois textos produzidos pelos alunos depois da atividade trabalhada.
“Cidadezinha Qualquer”( Mateus Felipe Ribeiro)
Eu conheço uma cidade que é muito pequena
De tão pequena, é chamada “apertadinha”
Mas seu verdadeiro nome é Ibitira
Quem deu esse apelido foi minha querida vozinha.
Lá não passa carro, nem moto
Não passa caminhão ou metrô
Lá só passa bicicleta.
Mas minha avó de lá não quer sair
Eu também gosto de lá
É muito calmo
Muito bom para um descanso
Esta cidadezinha qualquer.
“Cidadezinha Qualquer”(Daiane Freitas de Andrade – 6º ano)
Casas simplezinhas
rede pra dormir
Rua calma, silêncio predomina.
Mulher cuidando do jardim
Criança na escola
Pai no trabalho.
Depois da missa
namorados na praça
recitando poemas de amor.
Pai vai pra varanda
tocar seu violão
o filho com as canções de ninar
dorme no colo da mãe.
2º Avançando na Prática – pág.124 – desenvolvido pela professora Geralda Eva
A atividade foi desenvolvida com o texto “Admirável Mundo Louco” de Ruth Rocha seguindo as orientações propostas na TP4, os alunos trabalharam em dupla com questões de interpretação e produção de texto.
3° Avançando na prática – pág. 131 – desenvolvido pelos professores Marcos e Iris
O texto trabalhado foi “Nossas cidades”, ele foi apresentado desordenado a fim de que os alunos o organizassem e vissem a importância da ordenação e da paragrafação para sua compreensão.
Os alunos do 6º ano tiveram mais dificuldades em relação aos alunos maiores.
4º Avançando na prática – pág. 133 – desenvolvido pela professora Adenísia
A professora propôs que os alunos em grupo, continuassem escrever o diário até o mês de dezembro. Eles fizeram a atividade e depois leram o texto original para compreensão e interpretação.
5º avançando na Prática – pág. 182 – desenvolvido pela professora Ângela
A professora aproveitou a oportunidade para falar um pouco de Pará de Minas, os alunos ouviram “causos”, contos, histórias, poesias que relatam a história antiga da cidade e assim desenvolveram a atividade proposta na TP com a construção de poesias “concretas”homenageando os 150 anos de Pará de Minas. Descrevo abaixo o poema escrito por uma das alunas do 6º ano, Angélica Aparecida Soares, da Escola Municipal Conceição Maria Moreira. A poesia foi escrita no contorno do algarismo 150.
Entre as montanhas do oeste de Minas, surge arraiá do Pato Fofo.Devido as constantes pousadas dos bandeirantes rumo à Pitangui. De povoado, a cidade de curso incerto ao progresso e de precária escolarização. Hoje temos várias escolas e faculdades, somos em torno de 80.000 habitantes. Temos variados modelos de casa, prédios e construções, também temos semáforos e trânsito que chega a congestionar. Temos praças, bares, bibliotecas, museu, parque do Bariri, e até Girus disco show. Eta povo trabalhador e orador que sempre deposita à Deus o seu voto de louvor!
6ºAvançando na Prática – pág. 194 – desenvolvido pela professora Ana Kelly
A professora fez um trabalho interdisciplinar com a professora de ciências, uma vez que ela estava trabalhando a revista semeando com o tema “a degradação do meio ambiente”, aproveitou um texto da revista e seguiu os passos das atividades propostas na TP. Os alunos finalizaram a atividade criando cartões postais e distribuindo entre os colegas.
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